Na minha estante #5 - O Principezinho

22:42

Boa noite, minha gente!
Como vos disse estive de férias e aproveitei para pôr as minhas leituras em dia, sendo que um dos livros que li foi Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry. 

Apesar de ser um livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura, nunca tive a oportunidade de o ler ou, melhor dizendo, nunca tive a vontade de o ler. Mas recentemente li uma passagem que despertou o meu interesse e acabei por comprar um exemplar em inglês no Book Depository.
É um livro intemporal que se lê muito rapidamente porque não tem muitas páginas, mas que requer muita atenção uma vez que nos faz refletir sobre assuntos que muitas vezes não temos na nossa linha de pensamento.
A história começa com a descrição das recordações de infância do narrador onde ninguém era capaz de compreender os seus desenhos, fazendo-o desistir de uma possível carreira como pintor e enveredar por uma carreira de aviador.
Num dos seus voos o avião despenha-se no Deserto do Saara e ao acordar depois do acidente depara-se com um menino - O Principezinho - que interpreta corretamente um dos seus desenhos de infância.
A conversa entre os dois vai-se desenrolando e o pequeno príncipe conta ao narrador como foi ali parar. É durante esta conversa que a dictomia adultos/crianças é levantada bem como a relação dos adultos consigo mesmos e com os outros.
Este foi o primeiro livro em que fiz o levantamento das expressões que me captaram a atenção e são essas que aqui vos deixo:
"Todos os adultos foram crianças, embora sejam poucos os que se lembram disso."

"A terra das lágrimas é tão misteriosa."

"É muito mais difícil julgar a si mesmo do que aos outros."

"- Eu estou a beber
- Porque bebes?
- Para esquecer.
- Para esquecer o quê?
- Que estou envergonhado.
-Envergonhado de quê?
-Envergonhado de beber." 
 
 
"Se tu me cativares, nós precisamos um do outro."

"As palavras são a fonte dos desentendimentos."

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos."

"Os olhos são cegos. Devemos olhar com  o coração."
 
Claro está que recomendo vivamente a leitura desta obra e tenho a certeza de a voltarei a ler num futuro próximo.
E desse lado? Opiniões sobre o livro?

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